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Coudet evita falar no Gre-Nal e deixa em aberto mudanças na equipe titular do Inter

Coudet evita falar no Gre-Nal e deixa em aberto mudanças na equipe titular do Inter
04.03.2020 14h09  /  Postado por: fernando

Após a goleada na estreia contra o Universidad Católica, o técnico Eduardo Coudet evitou falar da próxima rodada da Libertadores, no dia 12, quando o Inter irá à Arena do Grêmio para o primeiro Gre-Nal da história da Copa Libertadores. O treinador argentino assegurou que não irá pensar no tradicional rival até o final do jogo contra o Brasil de Pelotas, no domingo, no Beira-Rio.

“A partir de quinta-feira vamos nos preparar para o jogo de domingo. Depois, vou pensar como vai ser o outro jogo da Libertadores. Não posso pensar nele, pois temos um compromisso em casa no domingo. Iremos partida por partida. Noto um progresso. Um melhor entendimento da ideia e da forma”, revelou.

O grande esforço físico feito contra os chilenos preocupa. Desta forma, a tendência é de um time alternativo contra a equipe de Pelotas. Ao ser questionado se é possível manter o ritmo apresentado contra o Universidad Católica, Chacho lembrou que precisará alternar as equipes devido à intensidade que o esquema exige e a grande quantidade de jogos na temporada.

“Minhas equipes são físicas. Para isso, temos um grupo e trabalhamos com todos da mesma maneira. Vou observar e ver as análises, se for necessário colocarei outros jogadores, como foi o caso do último jogo do Estadual. A equipe tenta jogar da mesma forma. Isso nos dá a possibilidade de ir trocando e vermos os que estão melhores. Oxalá consigamos sempre jogar desta maneira, mas todos os jogos são diferentes. Mudam os adversários e os cenários. Seguimos em um processo e pensando da mesma maneira de antes do jogo (de terça)”, declarou.

Para o treinador, o rendimento apresentado pelo time dentro de casa, sem Lindoso e D’Alessandro, é uma resposta ao que falou após a classificação contra o Tolima. “Eu não menti quando disse que na fase de grupo ia ser diferente. Que havia uma margem de erro e que a equipe iria jogar de uma forma distinta. Agora, também, estou convencido de que fizemos bem as coisas nas duas primeiras fases. Creio que era o que necessitava para não ter erros e para entrarmos na Libertadores. Depois que passamos, podemos dizer que aquelas duas fases ia mudar o semestre de Inter, de todos nós e, seguramente, da minha pessoa. Fizemos o que precisávamos. Fui contratado para pensar e não para fazer o que dizem”, ressaltou.

Pressão
Eduardo Coudet admitiu que está acostumado com a pressão do cargo e lembrou que há 25 anos vive, como jogador e treinador, essa situação. Ao ser questionado se D’Alessandro retorna a equipe, Chacho evitou antecipar o que pretende fazer no time.

“Penso jogo a jogo e a partir daí penso na equipe. Não há nomes (certos como titular). Não é D’Alessandro. Não é Guerrero, Cuesta ou Lomba. Colocarei os que, creio eu, são os melhores para começar. Ou pela necessidade. Depois decidirei o que é melhor para o grupo e para o Inter. Não são situações agradáveis para nenhum treinador. Não gostei de ter sacado o Lindoso hoje, mas creio que estes eram os que tinha que iniciar. Não quer dizer que amanhã o Lindoso ou outro jogador iniciem”, concluiu.

O Inter folga nesta quarta-feira e se reapresenta na quinta-feira, às 9h30min. Na sexta e no sábado, as atividades serão às 17h. O segundo jogo do segundo turno do Gauchão, contra o Brasil de Pelotas, está marcado para domingo, às 19h, no estádio Beira-Rio.
Foto: Fabiano do Amaral
Por
Correio do Povo

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