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Dupla Grenal

Renato e Coudet voltam a comandar treinos da dupla Gre-Nal

Trabalhos coletivos iniciam nesta semana, e equipes se preparam para o clássico na retomada do Gauchão
Renato e Coudet voltam a comandar treinos da dupla Gre-Nal
13.07.2020 10h49  /  Postado por: mateus

A partir desta segunda, Grêmio e Inter passam a ter uma rotina diferente nos CTs Luiz Carvalho e Parque Gigante. Depois de 70 dias desde a reapresentação em 4 de maio, a Dupla poderá realizar treinamentos técnicos e táticos, os chamados trabalhos coletivos, nos quais o contato entre os jogadores é permitido, e a bola volta a ser protagonista. Chegou a vez de Renato Portaluppi e Eduardo Coudet entrarem em cena. Na próxima semana, já tem clássico na retomada do Campeonato Gaúcho.

Os trabalhos físicos ficaram para trás. Aliás, o tempo para colocar os atletas em forma nunca foi tão farto e até certo ponto desgastante. Nem mesmo nas tradicionais pré-temporadas que antecedem o início dos estaduais o período de atividades físicas é tão prolongado como foi agora. “A parte de resistência muscular e a parte aeróbia, que serão muito exigidas nessa primeira parte com bola, elas estão completas, foram dez semanas de treinamentos. Nós fomos a fundo em todas essas valências para que não tenhamos nenhum tipo de susto nessa nova fase do trabalho”, comenta o preparador físico do Grêmio, Márcio Meira.

“A partir desta segunda, entramos em uma nova fase de treinos. Agora sob o comando do técnico Renato Portaluppi. É importante salientar que, antes de retomar os treinos técnicos, táticos e coletivos, nós vamos realizar uma nova testagem em atletas e funcionários. E também no próprio Renato, assim que ele chegar ao CT”, diz o vice de futebol tricolor, Paulo Luz.

O treinador ficou no Rio de Janeiro desde meados de março, quando o futebol foi paralisado por conta da pandemia de coronavírus. A flexibilização dos treinos está ocorrendo justamente no momento mais crítico no Rio Grande do Sul. O fato de Renato ter ficado ausente por mais de dois meses, enquanto o grupo de jogadores treinava no CT, incomodou parte da torcida. O treinador defende que “não teria função” até que os trabalhos coletivos fossem liberados pelas autoridades. Além disso, ele é considerado do grupo de risco para a Covid-19.

No Inter, a situação é diferente. O técnico Eduardo Coudet, mesmo não sendo o principal protagonista nas atividades físicas, esteve presente no CT Parque Gigante durante todo o período em que os treinos estiveram restritos. O argentino participou ativamente do dia a dia, apesar de não poder comandar os treinos. A paralisação do futebol aconteceu quando o Inter viva seu melhor momento na temporada sob o comando de Coudet, que teve um começo instável.

“Vamos treinar bastante e nos preparar para o que vem pela frente”, destaca o vice de futebol colorado, Alessandro Barcellos. A exemplo do Grêmio, o Inter também já começava a cogitar treinos fora do Estado caso não acontecesse a liberação das autoridades. “A parte física é importante, mas o que te dá ritmo de jogo é o treino coletivo”, ressalta o zagueiro Victor Cuesta.

Os jogadores, que costumeiramente não são muito afeitos aos treinos físicos, serão os maiores beneficiados com a nova etapa do trabalho. “A gente vinha se dedicando somente à parte física, distantes uns dos outros, vai ser bom voltar a ter esse contato. Vamos poder competir novamente com os companheiros e depois com os adversários”, comemora o atacante William Pottker. “Precisamos competir, porque esta é a parte boa do futebol”, finaliza Cuesta.

A partir desta segunda, Grêmio e Inter passam a ter uma rotina diferente nos CTs Luiz Carvalho e Parque Gigante. Depois de 70 dias desde a reapresentação em 4 de maio, a Dupla poderá realizar treinamentos técnicos e táticos, os chamados trabalhos coletivos, nos quais o contato entre os jogadores é permitido, e a bola volta a ser protagonista. Chegou a vez de Renato Portaluppi e Eduardo Coudet entrarem em cena. Na próxima semana, já tem clássico na retomada do Campeonato Gaúcho.

Os trabalhos físicos ficaram para trás. Aliás, o tempo para colocar os atletas em forma nunca foi tão farto e até certo ponto desgastante. Nem mesmo nas tradicionais pré-temporadas que antecedem o início dos estaduais o período de atividades físicas é tão prolongado como foi agora. “A parte de resistência muscular e a parte aeróbia, que serão muito exigidas nessa primeira parte com bola, elas estão completas, foram dez semanas de treinamentos. Nós fomos a fundo em todas essas valências para que não tenhamos nenhum tipo de susto nessa nova fase do trabalho”, comenta o preparador físico do Grêmio, Márcio Meira.

“A partir desta segunda, entramos em uma nova fase de treinos. Agora sob o comando do técnico Renato Portaluppi. É importante salientar que, antes de retomar os treinos técnicos, táticos e coletivos, nós vamos realizar uma nova testagem em atletas e funcionários. E também no próprio Renato, assim que ele chegar ao CT”, diz o vice de futebol tricolor, Paulo Luz.

O treinador ficou no Rio de Janeiro desde meados de março, quando o futebol foi paralisado por conta da pandemia de coronavírus. A flexibilização dos treinos está ocorrendo justamente no momento mais crítico no Rio Grande do Sul. O fato de Renato ter ficado ausente por mais de dois meses, enquanto o grupo de jogadores treinava no CT, incomodou parte da torcida. O treinador defende que “não teria função” até que os trabalhos coletivos fossem liberados pelas autoridades. Além disso, ele é considerado do grupo de risco para a Covid-19.

No Inter, a situação é diferente. O técnico Eduardo Coudet, mesmo não sendo o principal protagonista nas atividades físicas, esteve presente no CT Parque Gigante durante todo o período em que os treinos estiveram restritos. O argentino participou ativamente do dia a dia, apesar de não poder comandar os treinos. A paralisação do futebol aconteceu quando o Inter viva seu melhor momento na temporada sob o comando de Coudet, que teve um começo instável.

“Vamos treinar bastante e nos preparar para o que vem pela frente”, destaca o vice de futebol colorado, Alessandro Barcellos. A exemplo do Grêmio, o Inter também já começava a cogitar treinos fora do Estado caso não acontecesse a liberação das autoridades. “A parte física é importante, mas o que te dá ritmo de jogo é o treino coletivo”, ressalta o zagueiro Victor Cuesta.

Os jogadores, que costumeiramente não são muito afeitos aos treinos físicos, serão os maiores beneficiados com a nova etapa do trabalho. “A gente vinha se dedicando somente à parte física, distantes uns dos outros, vai ser bom voltar a ter esse contato. Vamos poder competir novamente com os companheiros e depois com os adversários”, comemora o atacante William Pottker. “Precisamos competir, porque esta é a parte boa do futebol”, finaliza Cuesta.

Fonte: Correio do Povo

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