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Após quatro meses de queda, serviços crescem 5% em junho, aponta IBGE

Entre os 166 serviços investigados pela pesquisa, o segmento de restaurantes foi um dos que mais influenciaram o índice
Após quatro meses de queda, serviços crescem 5% em junho, aponta IBGE
13.08.2020 10h53  /  Postado por: mateus

O setor de serviços avançou 5% na passagem de maio para junho e interrompeu uma sequência de taxas negativas dos quatro meses anteriores, quando havia acumulado uma perda de 19,5%. Mesmo com o resultado positivo de junho, o volume ficou 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro, último mês antes da implementação das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com junho de 2019, a queda é de 12,1%. Entre os 166 serviços investigados pela pesquisa, o segmento de restaurantes foi um dos que mais influenciaram o índice. Com a flexibilização, ou seja, com o aumento do fluxo de pessoas nas cidades brasileiras, eles começaram a abrir e a receita do segmento voltou a crescer, impactando o volume de serviços no mês.

Os cinco setores pesquisados acompanharam o resultado positivo do setor, com destaque para transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com avanço de 6,9% e serviços de informação e comunicação, com crescimento de 3,3%. “É a segunda taxa positiva para o setor de transportes. Tanto ele quanto os serviços prestados às famílias mostraram perdas em março e abril e taxas positivas em maio e junho. Mas o crescimento dos últimos dois meses foi insuficiente para recuperar a perda dos meses anteriores”, analisa Lobo.

O setor de transportes acumulou uma alta de 11,9%, enquanto a perda acumulada de março e abril foi de 25,2%. “Entre os segmentos do setor que tiveram crescimento esse mês estão transporte rodoviário de carga, transporte aéreo de passageiros e operação de aeroportos. Com isso, o setor de transporte teve o aumento mais intenso desde junho de 2018”, complementa.

Fonte: Correio do Povo

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