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Conta de luz mais barata faz inflação perder ritmo em janeiro, diz IBGE

IPCA, divulgado nesta terça, ficou em 0,25%, o menor patamar do índice desde agosto de 2020
Conta de luz mais barata faz inflação perder ritmo em janeiro, diz IBGE
Conta de luz mais barata faz inflação perder ritmo em janeiro, diz IBGE | Foto: Beto Rodrigues / Grupo CEEE / Divulgação / CP
09.02.2021 10h13  /  Postado por: fernando

Depois de fechar 2020 em 4,5%, a inflação oficial do país, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) perdeu ritmo em janeiro e ficou em 0,25%, motivada especialmente pela queda na conta de energia elétrica. Esse é o menor resultado para o índice desde agosto de 2020 (0,24%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O grupo de Alimentos e bebidas continua a pressionar a inflação (1,02%), mas com menos força. Mudança de bandeira nas contas de energia elétrica e as quedas nos preços de passagens aéreas ajudaram a segurar os preços em janeiro.

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“Houve uma queda de 5,60% no item energia elétrica, que foi, individualmente, o maior impacto negativo no índice do mês (-0,26 p.p.) Após a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2 em dezembro, passou a vigorar em janeiro a bandeira amarela. Assim, em vez do acréscimo de R$ 6,243 por cada 100 quilowatts-hora, o consumidor passou a pagar um adicional bem menor, de R$ 1,343. O que resultou em uma deflação (-1,07%) no grupo Habitação, do qual esse item faz parte, mesmo com a alta em outros componentes, como o gás encanado (0,22%) e a taxa de água e esgoto (0,19%)”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Outro grupo que perdeu ritmo e pressionou de forma mais tímidas os preços em janeiro foi o de Vestuário (-0,07%), após alta de 0,59% em dezembro, quando as festas de fim de ano aqueceram as vendas do setor.

Os demais sete grupos, no entanto, registraram preços maiores em janeiro. O grupo de Alimentos e bebidas apresentou a maior variação e o maior impacto positivo (0,22 ponto percentual) no IPCA desse mês. Apesar disso, a alta foi menos intensa que a de dezembro (1,74%).

“Os alimentos para consumo no domicílio, que haviam subido 2,12% no mês anterior, variaram 1,06% em janeiro. As frutas subiram menos (2,67% contra 6,73% em dezembro) e as carnes caíram de preço (-0,08% contra alta anterior de 3,58%), assim como o leite longa vida (-1,35%) e o óleo de soja (-1,08%). Por outro lado, os preços da cebola (17,58%) e do tomate (4,89%), que haviam recuado no mês anterior, aumentaram”, destaca Kislanov.

O custo dos Transportes (0,41%), grupo com o segundo maior peso no IPCA, desacelerou perdeu ritmo em comparação com dezembro (1,36%), principalmente devido à queda no preço das passagens aéreas (-19,93%), cujos preços haviam subido 28,05% no mês passado. No entanto, os combustíveis (2,13%) apresentaram variação superior à do mês passado (1,56%), com destaque para a gasolina (2,17%) e o óleo diesel (2,60%).

R7

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